ARQUITETURAS IMPROVÁVEIS
O projeto tem por mote o público como protagonista do processo expositivo e o Second Life como um espaço de horizontes em aberto e sem paralelo no mundo físico.
Parte-se dos princípios da endofísica de Otto Roslër, que desembocaram na teoria do caos, para criar um espaço que desafia a percepção dos interatores e reage à sua presença, sendo remodelado e sofrendo mutações estruturais quando visitado e percorrido.
Em um terreno no SL, implantamos edifícios de arquiteturas improváveis, suspensas, transparentes e sem colunas, com formatos inusitados que permitem navegar no seu interior e exterior, atravessando as paredes e mesclando-se com a estrutura.
Trata-se de ambientes arquitetônicos que assumem “a cara do público”, ao serem modificados pela presença dos visitantes, por meio de mutações em suas cores e texturas que se transformam nossas arquiteturas improváveis..
Esculturas de imagens transitórias, baseadas em materiais líquidos e gasosos, sem portas ou janelas, são um convite à exploração por sentidos emergentes nos contextos dos espaços imersivos.
Acompanhe o desenvolvimento do projeto em Toronto
Conheça a Fase 1 (2007): Itaú Cultural/ Búzios/Noema
Arquiteturas Improváveis está em Translations|Traduções Curadoria de Emelie Chhangur + Daniela Castro para a WARC Gallery, em Toronto, no contexto do 21o Images Festival
